quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Doc's na rua: The potentiality of storming heaven + 6 December 2006

Sábado, 13 de Agosto

20h - Jantar vegan

21h - Projecção na rua dos documentários:

* 6 December 2008
(as primeiras horas após o assassinato pela polícia de Alexis Grigoropoulos. 2008; Áudio: Grego; Legendas: Inglês; 19 min.)
* The potentiality of storming heaven
(a revolta na Grécia entre Dezembro de 2008 e Janeiro de 2009, com palavras de quem a viveu. 2009; Áudio: Grego; Legendas: Inglês; 28 min.)

" [...] a maioria de nós lembra-se exactamente do que estava a fazer quando a notícia do assassinato policial nos atingiu como um choque eléctrico colectivo. Durante aqueles primeiros dias não nos apercebemos que estávamos a fazer parte de algo que iria definir profundamente os anos seguintes, algo que de um motim reflexo contra o assassinato do Alexis naquela noite de 6 de Dezembro, se viria a tornar uma incontrolável tempestade de motins que rapidamente se espalharam pelo país e abalaram a Grécia durante mais de um mês, inspiraram acções de solidariedade por todo o mundo e influenciaram os movimentos de resistência em toda a parte nos anos que se lhes seguiram. "



quinta-feira, 4 de agosto de 2016

"La estrategia del caracol" + Jantar

Sábado, 6 de Agosto

19h: Filme "La estrategia del caracol"
21h: Jantar - cozinha tradicional colombiana, versão vegan

"Moradores de um bairro de Bogotá lutam para evitar a demolição da casa onde moram, propriedade de um milionário sem escrúpulos, como sempre são os milionários. Defendendo o edifício de juízes e polícias, planeiam uma original estratégia. A luta contra os especuladores parece estar perdida antes de começar, mas os habitantes estão dispostos a fazer tudo o possível para defender a sua dignidade."

País: Colômbia; Duração: 105 minutos; Ano: 1993; Legendas: Português; Realizador: Sergio Cabrera.



quarta-feira, 27 de julho de 2016

Ficção Imobiliária - documentário e debate com os realizadores

Sábado, 30 de Julho

20h - Jantar

21h - Projeção do documentário "Ficción Inmobiliaria" (Left Hand rotation, 2014, 21 mins, legendas em PT) e debate sobre gentrificação e turistificação com o colectivo Left Hand Rotation.

"Ficción Inmobiliaria" compila materiais encontrados em filmes de ficção onde as problemáticas associadas à questão da habitação (especulação imobiliária, processos de gentrificação e consequências da globalização na cidade contemporânea) aparecem na trama principal ou com certa relevância na sua linha narrativa.


Left Hand Rotation é um colectivo artístico activo desde 2005 que desenvolve projectos que articulam intervenção, apropriação, registro e manipulação de vídeo. Estruturam-se como entidade impessoal não associada ao autor e abordam cada projecto sob a consideração de que a comunidade de recepção não é um espectador, mas parte activa imprescindível na transformação da realidade social.

Mais info:
http://lefthandrtation.blogspot.com/
www.museodelosdesplazados.com
www.lefthandrotation.com


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Sábado, 23 de Julho: filme "Libertarias" e jantar

A 18 de Julho de 1936 o exército espanhol, posteriormente comandado por Franco, subleva-se contra a república mas depara-se com uma população que não está mais disposta a subjugar-se.
No seio da resistência anti-franquista e também anti-estalinista, e na ofensiva por um mundo sem autoridade, este filme fala-nos de mulheres que se organizaram para lutar na frente de batalha e na vida quotidiana de uma revolução social.

19h - Filme "Libertarias"
(Audio: Castelhano; Legendas: Inglês)


21h - Jantar


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Vilarinho da Furna: Uma aldeia afundada (docs, conversa e jantar)

Domingo, 17 de Julho

18h - Documentários e conversa
20h- Jantar 



"Era de uma invasão, na verdade, de que se tratava. Estavam a anunciar aos furnenses que Vilarinho ia ser varrida do mapa. Não o faziam com armas, canhões ou carros de assalto... iriam fazê-lo com leis, dinamite, escavadoras e água. A arma final seria uma incomensurável parede na qual o impreparado rio Homem iria embater e, impedido de seguir o breve curso que seguia desde a nascente e sem poder recuar, nada mais lhe restaria senão crescer, num esforço impotente, e alagar o vale de que antes fizera parte... e, com ele, as leiras de cultivo, as casas e a própria existência de uma comunidade humana."
(in "Rio Homem", de André Gago)

Partiremos de dois documentários (e alguns livros) sobre Vilarinho da Furna, antiga aldeia do vale entre as serras Amarela e do Gerês, afundada em 1972 pela barragem do rio Homem, para falarmos daquela zona, do progresso, de comunidade e de indivíduo.
Projecto do Estado português, a barragem do Homem (denominada Barragem de Vilarinho das Furnas) afundou para sempre aquilo que antes não haviam conseguido travar: uma aldeia que vivia de forma autónoma e comunitária, com as suas próprias contradições, onde a relação comunidade/indivíduo era posta em jogo diariamente e da qual o Estado era inequivocamente excluído pelos seus intervenientes.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Publicações libertárias na Venezuela e em Portugal (conversa)

No próximo sábado um companheiro irá falar sobre as publicações libertárias existentes na Venezuela e a partir daí começaremos uma conversa que envolverá, também, as publicações libertárias existentes em Portugal.

A conversa começa às 19h e o jantar é às 21h.


sábado, 2 de julho de 2016

Ligação para novo arquivo online

Adicionámos aos links a página "revolta e subversão - textos contra este mundo de miséria e autoridade", um arquivo de alguns textos editados em português nos últimos anos desde uma perspectiva anti-autoritária.



revolta e subversão

terça-feira, 28 de junho de 2016

2 de Julho: Júlio Carrapato - teoria e prática de um anarquista

Juntamo-nos para conversar, conviver e recordar coisas que Júlio Carrapato fez, que escreveu, que editou, que traduziu - como reflexo imediato da sua vida e como contributo teórico e prático aos seus companheiros e à anarquia.

Texto do Júlio de Janeiro de 2003 sobre a sua experiência no pós 25 de Abril:
ler aqui

Bicicletada anti-fracking - passagem por Cacilhas a 4 de Julho



Contra a extração de gás e petróleo
Passagem da "bicicletada anti-fracking" por Cacilhas

4 de Julho

Cais de Cacilhas
17h30 - Concentração / recepção da bicicletada
18h30 - Passeio de bicicleta

Centro de Cultura Libertária
20h - Petiscos e conversa
21h30 Documentário




Excerto do manifesto da bicicletada:

"Parecemos entender o valor do petróleo, da madeira, dos minerais, ou da habitação, mas não percebemos o valor da beleza crua, da vida selvagem. Contra esta lógica do lucro, há centenas de anos que povos indígenas, campones@s e autócton@s levantam-se para se defenderem, defenderem a natureza. Nós decidimos realizar esta viagem para defendermo-nos, defender os oceanos, os aquíferos e os solos contra a exploração de energias fósseis, que destrói tudo à sua passagem deixando paisagens de deserto e praias negras de morte. Vamos rolar para partilhar informação, debater ideias, unir lutas e criar redes!
[...]
Queremos partilhar a aprender todo o conhecimento das populações por onde passarmos. Conhecer as energias respeitadoras dos animais, plantas, rios e ecossistemas (onde nos incluímos como espécie). Recolher o conhecimento, as energias e depois divulgar, unir, criar.

Apelamos aos nossxs colegas rebeldes de todo o mundo que se unam contra o fracking, um dos vários atentados do capitalismo. Destruir tudo, ficar com os lucros. Vamos resistir a este Ecocídio, que intrínsecamente provoca Genocídios.

Este evento depende a participação, colaboração e apoio mutuo. Será financiado pelos participantes e por quem apoiar pelo caminho.
Não procuramos doações, preferimos participações!

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Morreu Júlio Carrapato

Morreu Júlio Carrapato, "anarquista algarvio, tradutor, livreiro, editor, professor universitário, mas sobretudo um homem que gostava da vida e da liberdade".

O funeral do companheiro Júlio está marcado para sexta-feira 24, às 14h, no Cemitério Velho de Faro.



No posfácio d' "O Ladrão" (ed. Sotavento, 1979) escreveu ele:
"O individualismo extremo de Georges Darien não deve, no entanto, ser considerado caricaturalmente como uma evasão solipsista ou um diálogo, por assim dizer, efectuado de si para consigo pelo homem só. Menos ainda tem que ver com a dura concorrência da sociedade capitalista, com a luta de cada um contra todos, justificada de maneira pseudo-científica pela famosa adaptação da "Struggle for life". Que os socialistas ou os comunistas autoritários, da corrente abertamente totalitária ou da corrente hipocritamente democrática, assim queiram estigmatizar os homens cuja estatura os ultrapassa e cuja indocilidade à linha justa os amedronta, compreende-se. Como se compreende o epíteto insultuoso de pequeno burguês, gritado a esmo para caracterizar a mais pequena veleidade de independência de espírito. Nem podiam raciocinar de outra maneira os sinistros candidatos a pastores que, na melhor (ou na pior) das hipóteses, gostariam de converter o já de si degradante agregado humano numa colmeia de abelhas."

Escrevem os companheiros do Portal Anarquista:
"Chega-nos a notícia da morte de Júlio Carrapato. O anarquista algarvio, tradutor, livreiro, editor, professor universitário, mas sobretudo um homem que gostava da vida e da liberdade, morreu esta terça-feira em Faro e o seu corpo será autopsiado esta quarta-feira, não se sabendo ainda quando terão lugar as cerimónias fúnebres
Júlio Carrapato (1947- 2016) esteve ligado ao grupo “Acção Directa”, nutrindo especiais relações de proximidade com elementos deste grupo forjadas em Paris, onde vários dos seus elementos estiveram refractários à guerra colonial; pertenceu depois ao grupo “Apoio Mútuo”, de Évora, onde foi professor nos primeiros tempos da Universidade; criou mais tarde o jornal “O Meridional”, um dos ícones da imprensa libertária pós 25 de Abril.
Regressando a Faro, de onde era natural, abriu a livraria e as edições Sotavento. Entretanto, e posteriormente, traduziu diversos clássicos da literatura anarquista: “O Povo em Armas”, de Abel Paz; “O Ladrão”, de George Darien, entre outros, e escreveu um conjunto vasto de livros em que se destacam: “Resposta de Um Anarquista aos Últimos Moicanos do Marxismo e do Leninismo, assim como aos inúmeros Pintaínhos da Democracia”, “Novas Crónicas Bem Dispostas”, “Os Descobrimentos Portugueses e Espanhóis ou a Outra Versão de uma História Mal Contada”, “Para uma Crítica Libertária do Direito seguido de A Lei e a Autoridade”, “Subsídios para a Reposição da Verdade sobre a Guerra Civil de Espanha”.
Há um par de anos foi operado a um cancro do pulmão. Morre agora uma das vozes mais inconformadas e irreverentes do anarquismo português do pós-25 de Abril, capaz das maiores polémicas em torno dos valores do anarquismo – e da necessidade de separação de águas relativamente ao marxismo e aos vários esquerdismos que gravitavam à sua volta – mas sempre fortemente solidário com todos os que se reivindicavam da prática anarquista pura e dura, sem quaisquer cedências ao politicamente correcto."

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2016/06/21/morreu-o-anarquista-algarvio-julio-carrapato-cidadao-do-mundo/


segunda-feira, 20 de junho de 2016

domingo, 19 de junho de 2016

Assembleia aberta do Centro de Cultura Libertária

Sábado, 25 de Junho, às 17h

O Centro de Cultura Libertária realiza no dia 25 de Junho, sábado, pelas 17h, uma assembleia aberta a quem se identifique com as ideias e práticas anti-autoritárias e pretenda participar e/ou propor iniciativas para a nossa associação.


O Centro de Cultura Libertária é uma associação cultural anarquista fundada há 42 anos, em Cacilhas, por antigos militantes libertários que resistiram e sobreviveram à ditadura. O CCL organiza-se sem hierarquias, realizando assembleias regulares e praticando a rotatividade de tarefas. Funciona numa casa alugada, cujas despesas são custeadas unicamente através de quotas, de donativos, receitas do bar/jantares e venda de publicações.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Conferência "Interfaces dança - tecnologia"

18 de Junho, Sábado, às 17h

ENCONTROS DA RADICALIDADE IMPOSSÍVEL

Carlos Gordilho convida

Isabel Valverde

17h - Conferência "Interfaces Dança-Tecnologia"


20h - Jantar vegetariano


Local: Centro de Cultura Libertária – Rua Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. - Cacilhas – Almada

* * *

Isabel Valverde é performer, coreógrafa e investigadora transdisciplinar. Desenvolve criação artística desde 1986, no domínio da performance arte/dança e intermedia a solo e em colaborações inter e transdisciplinares. Coreógrafa em transversalidade com materiais plásticos (visuais, sonoros, arquitetónicos) e as possibilidades somáticas de intercorporealidade inclusiva em experiências interativas participativas.
Doutorada em História e Teoria da Dança (UC. Riverside, BD/FCT), mestre em Artes Interdisciplinares (Inter-Arts Center/SFSU, Bolsa Fulbright/IIE), diplomada em Nova Dança (SNDD/AHK, ERASMUS), e licenciada em Dança (FMH/UTL). Realizou dois pós-doutoramentos em Danças e Tecnologias (BPD/FCT/POTCI) coordenando o CAT, Centro para as Artes e Tecnologias/IHSIS, e associada ao VIMMI/INESC-ID/IST. É investigadora do Pólo CIAC-UAb, Centro de Investigação em Artes e Comunicação, e associada do GAIPS/INESC-ID/IST. Autora da tese/livro Interfaces Dança-Tecnologia: um quadro teórico para a performance no domínio digital (FCG/FCT, 2010). Fundadora e coordenadora das Posthuman Corporealities – Network Festival Symposium e do Festival Danças Híbridas – Contacto Improvisação e Práticas Somáticas.

https://branded.me/isabel-valverde
http://www.motelcoimbra.pt/student/carlos-gordilho/


Fim de tarde no C.C.L.

 Quarta-feira, 15 de Junho

Num final de tarde de meio da semana juntamo-nos para comes e bebes ao som do sol e de livros, no fresco da sala ou no calor da rua.
A biblioteca e a livraria estarão abertas, assim como uma banca com informação para quem estiver de passagem não ir de mãos a abanar.


Esta quarta, das quatro e meia às sete e meia.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Apelo do Centro de Cultura Libertária

   O Centro de Cultura Libertária é uma associação cultural anarquista fundada há 42 anos, em Cacilhas, por antigos militantes libertários que resistiram e sobreviveram à ditadura. Ao longo destes anos, o CCL serviu de referência e ponto de encontro a várias gerações que procuraram alternativas de vida e resistência à autoridade e ao capitalismo, tornando-se a casa de vários projectos e colectivos libertários e acumulando um espólio documental importante.

    Actualmente, o CCL realiza actividades públicas periódicas e serve como lugar de encontro e convívio anti-autoritário na margem sul do Tejo. Aqui funciona também uma livraria e uma biblioteca abertas ao público.

    O CCL organiza-se sem hierarquias, realizando assembleias regulares e praticando a rotatividade de tarefas. Funciona numa casa alugada, cujas despesas são custeadas unicamente através de quotas, donativos, receitas do bar/jantares e venda de publicações.

   Após a actualização da renda há 5 anos, no seguimento de uma tentativa de despejo, tornou-se cada vez mais difícil pagar as despesas de manutenção do espaço. Para que o CCL possa continuar a existir precisamos de angariar pelo menos 200 euros todos os meses. Para tal pedimos a tua colaboração, através de donativos que podem ser enviados para a nossa conta ou entregues no nosso espaço. Também podes passar por cá ou escrever-nos para perceber como te podes envolver e apoiar o CCL.

Dados da conta bancária do CCL para donativos:
Titular: CENTRO DE CULTURA LIBERTÁRIA
NIB: 003501790000215493029
IBAN: PT50003501790000215493029
BIC: CGDIPTPL



quarta-feira, 8 de junho de 2016

Sábado, 11 Junho: Documentário "Cielito rebelde" (com realizadores) + Jantar




 
19h30 - Projecção do documentário "Cielito rebelde - vozes do México que resiste" (com a presença de realizadores)

21h - Jantar vegano



«Uma viagem ao México que resiste ao neoliberalismo. Vozes de uma terra onde ninguém renuncia, onde imaginar um mundo que inclui outros mundos não é apenas um slogan, mas uma prática diária real e constante.
Começámos a pensar coletivamente, a imaginar um projeto. A forma que escolhemos é a do documentário. Uma série de entrevistas que podem apresentar diferentes olhares sobre o México e as lutas que a animam.
Nos estados que passaram entrámos em contato com vários ativistas e militantes de organizações radicais e anti-capitalistas, tentando captar o sentimento comum que vive em torno do "discurso revolucionário" no México de hoje.
Falando do capitalismo e da resistência, da comunidade e da autonomia, aprendemos que, apesar de tudo, pensar um futuro revolucionário e agir num presente tão complexo pode ser uma prática diária. Vimos como podemos falar de tudo com uma simplicidade desarmante. A mesma simplicidade com que em mais de duas décadas os camponeses , em Chiapas, têm conseguido resistir aos ataques do governo, na construção do seu próprio mundo, retirando-o das mãos do capitalismo e dando-nos a cada dia uma razão para olhar em frente.»

Um filme de: Claudio Carbone, Antonio Gori, Massimiliano Lanza, Leonardo Balestri.
Fotografia: Claudio Carbone
Desenhos: Mario Berillo
Edição: Leonardo Botta
Música: Moover
com a colaboração de Kairos elementikairos.org
Página Facebook: facebook.com/CielitoRebelde.VocidelMessicoresistente
Site: cielitorebelde.org
Trailer: vimeo.com/151901240

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Cartaz de Maio


"Não sendo especialistas, não temos nenhum campo de intervenção exclusivo, entre outras razões porque esta sociedade alcançou um tal grau de interdependência entre os seus sectores que se tornou impossível modificar profundamente algum aspecto significativo sem questionar o conjunto. Inclusivamente satisfazer a exigência de uma alimentação não envenenada significa, como escreveu alguém, o desmantelamento de todo o sistema de produção, de troca e de transporte existente."

do texto "Sim, mas no fundo o que é que vocês querem?", editado na folha de crítica social Adesso (Rovereto, Itália) em 2004

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Círculo de Leituras Anárquicas de Abril adiado

Infelizmente, amanhã, dia 30 de Abril, não haverá Círculo de Leituras Anárquicas!

A discussão do texto “Reflexões sobre a cidade” de Massimo Passamani fica adiada para nova data que anunciaremos em breve.

Embora não se realize a actividade prevista, o CCL permanecerá aberto das 17h às 20h.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Movimento pela Abolição dos Matadouros - jantar, doc e debate no CCL

Depois de Paris, Berlim, Deli e de outras inúmeras cidades, Lisboa acolherá, no dia 4 de Junho de 2016, a Marcha pela Abolição dos Matadouros. Em jeito de preparação para esta marcha, o MAM-Portugal organizará mais de 25 iniciativas (e.g., exibição de documentários, debates/tertúlias, projecções fotográficas e acções de rua) que, entre os meses de Abril e de Junho, decorrerão em cinco cidades portuguesas (Almada, Braga, Coimbra, Lisboa e Porto).

Em Almada o Centro de Cultura Libertária recebe o MAM a 16 de Abril, começando com um jantar vegan às 20h; às 21h há projecção fotográfica "Filming for Liberation" e às 21h30 projectamos o documentário "Behind the Mask - The story of the people who risk everything to save animals" (sobre a Animal Liberation Front) e, de seguida, conversamos sobre a repressão e os presos do movimento pela libertação animal.

O MAM-Portugal foi criado em Janeiro de 2016 com o objectivo de combater e erradicar o especismo e as suas múltiplas intersecções com os demais sistemas de opressão (e.g., sexismo, racismo, capacitismo, xenofobia, heterossexismo, classismo, cissexismo, etnocentrismo, capitalismo e imperialismo). Este movimento surgiu no âmbito de uma rede internacional que tem organizado, desde 2012, a Marcha pela Abolição dos Matadouros em diversos países.