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Livros em destaque

no Centro de Cultura Libertária

Em plena noite ou o bluff surrealista 

de Antonin Artaud


Editor: frenesi
Idioma: português

"[...] Não há disciplina à qual me sinta forçado a submeter-me, por mais rigoroso que seja o raciocínio apelando à minha adesão. Dois ou três princípios de morte ou de vida encontram-se para mim acima da mínima submissão precária. A lógica sempre me pareceu estranha. [...]"



Futuro Primitivo


Editor: Deriva Editores
Idioma: Português

Sinopse
"As ideias de John Zerzan situam-se na crítica à tecnologia e à cultura simbólica como origem da degenerescência da Humanidade que a iniciou com o advento da agricultura e da domesticação de toda a vida humana e da natureza. Rejeita, portanto, a divisão social e sexual do trabalho e o patriarcado, assim como a separação entre a Natureza e a Cultura. Singular, na visão de Zerzan, é a síntese de várias correntes filosóficas que elabora na crítica à sociedade moderna e pós-moderna como suportes que fazem parte de um mundo que se encontra moribundo. As fontes teóricas do Primitivismo a que Zerzan dá voz vão desde Adorno, aos situacionistas, à antropologia, ao luddismo, à ecologia e ao feminismo, assim como às correntes igualitárias e anti-autoritárias americanas e europeias."



O direito à cidade
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Autor: Henri Lefebvre
Editora: Livraria Letra Livre
Ano de edição: 2012
ISBN: 978-989-8268-15-0
Língua: Português
Páginas: 142
Preço: 12€
“Poderosas forças tendem a destruir a cidade. Um certo urbanismo, diante de nós, projecta no terreno a ideologia de uma prática que visa a morte da cidade. Estas forças sociais e políticas assolam o urbano em formação. Este germe, muito poderoso à sua maneira, poderá nascer nas fissuras que ainda subsistem entre estas massas: o Estado, a iniciativa privada, a cultura (que deixa morrer a cidade, oferecendo a sua imagem e as suas obras ao consumo), a ciência, ou, sobretudo, a cientificidade (que se coloca ao serviço da racionalidade existente e a legitima)? A vida urbana poderá recuperar e intensificar as capacidades de integração e de participação da cidade, quase inteiramente desaparecidas, e que não podemos estimular nem pela via autoritária nem por prescrição administrativa, nem pela intervenção dos especialistas? Assim se formula o problema teórico capital. Que haja ou não um “sujeito” ao qual a análise se possa reportar, seja o resultado global de uma sequência de acções não concertadas ou o efeito de uma vontade, o sentido político da segregação como estratégia de classe é nítido. Para a classe operária, vítima da segregação, expulsa da cidade tradicional, privada da vida urbana actual ou possível, coloca-se um problema prático, e portanto, político. Apesar de ele não ter sido colocado politicamente e de a questão do alojamento ter até aqui encoberto para si e para os seus representantes a problemática da cidade e do urbano.”
Excerto de “O direito à cidade”
Os caminhos da Anarquia
Uma reflexão sobre as alternativas libertárias em tempos sombrios.
Autor: M. Ricardo de Sousa
Editora: Livraria Letra Livre
Ano de edição: 2011
ISBN: 978-989-8268-11-2
Língua: Português
Páginas: 105
Preço: 7€
“Este é o paradoxo atual: quanto mais razões há para desacreditar o capitalismo - tanto pela sua irracionalidade e injusta voracidade especulativa como pelos catastróficos resultados ambientais das suas políticas desenvolvimentistas ‑ mais ameaçador ele se manifesta e mais duradouro parece ser. Pelo contrário, apesar de serem mais numerosas e justas as razões dos trabalhadores para exigir melhorias, materiais e laborais, mais incapazes eles se mostram de exigi-las e mais parece afastar-se a perspectiva de uma verdadeira mudança social...”
Excerto do prefácio de Octavio Alberola

A sociedade do espectáculo

 

Autor: Guy Debord
Editora: Antígona
Ano de edição: 2012
ISBN: 978-972-608-222-4
Língua: Português
Páginas: 137
Preço: 12€
“Num mundo realmente às avessas, o verdadeiro é o momento do falso.”
Guy Debord
“Publicada em 1967, A Sociedade do Espectáculo é a obra filosófica e política mais famosa de Guy Debord e uma análise impiedosa da invasão de todos os aspectos do quotidiano pelo capitalismo moderno. O espectáculo, segundo o autor, «uma droga para escravos» que empobrece a verdadeira qualidade da vida, é apontado como uma imagem invertida da sociedade desejável, na qual as relações entre as mercadorias suplantaram os laços que unem as pessoas, conferindo-se a primazia à identificação passiva, em detrimento da genuína actividade. O autor afirma que «quanto mais [o espectador] aceita reconhecer-se nas imagens dominantes da necessidade, menos compreende a sua própria existência e o seu próprio desejo».”
 
Sinopse da Editora Antígona